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Tecnologia térmica avança na gestão de usinas solares e revela perdas invisíveis de performance
Soluções com drones e inteligência artificial como da STEMIS ganham espaço ao identificar falhas ocultas e acelerar manutenção no setor fotovoltaico.
À medida que o parque solar brasileiro cresce, operadores enfrentam um desafio menos visível, mas cada vez mais relevante: perdas de eficiência que não aparecem em inspeções tradicionais. Empresas do setor começam a apostar em tecnologias mais sofisticadas para monitorar ativos, como drones com sensores térmicos e plataformas baseadas em inteligência artificial.
A STEMIS, especializada em soluções digitais para usinas fotovoltaicas, vem posicionando sua plataforma ZenVision como uma ferramenta para atacar exatamente esse problema. A proposta é simples: enxergar o que não é visível a olho nu e que pode comprometer diretamente o retorno financeiro dos projetos.
Na prática, muitas usinas aparentam operar normalmente em inspeções convencionais. No entanto, falhas como hotspots, anomalias em strings e degradação de módulos podem passar despercebidas em câmeras tradicionais, afetando silenciosamente a geração de energia.
É nesse ponto que entram os voos com drones térmicos. Ao mapear a chamada “assinatura térmica” dos ativos, a tecnologia permite identificar com precisão regiões com comportamento anormal, transformando dados visuais em diagnósticos operacionais.
Da inspeção à ação
A diferença, segundo especialistas, está na capacidade de transformar diagnóstico em execução. No caso da STEMIS, a plataforma ZenVision utiliza algoritmos de inteligência artificial para classificar automaticamente falhas e priorizar intervenções.
Com isso, operadores conseguem acessar a localização exata, georreferenciada, de módulos com problemas, reduzindo o tempo gasto em campo e eliminando processos manuais de busca. Relatórios automatizados indicam onde agir e qual o tipo de falha, acelerando a tomada de decisão das equipes de operação e manutenção (O&M).
O ganho não é apenas técnico. Ao reduzir o tempo de resposta e evitar perdas prolongadas de eficiência, a tecnologia contribui diretamente para a preservação do retorno sobre o investimento (ROI) e para o aumento da disponibilidade das usinas.
Tendência de mercado
O uso de inspeção térmica associada a inteligência de dados acompanha uma tendência mais ampla no setor elétrico: a digitalização da operação de ativos renováveis. Com o aumento da escala dos projetos solares no Brasil, cresce também a necessidade de soluções que combinem monitoramento contínuo, automação e análise preditiva.
Nesse cenário, ferramentas capazes de antecipar falhas e otimizar a manutenção tendem a se tornar padrão, especialmente em ativos de grande porte, onde pequenas perdas percentuais podem representar impactos financeiros relevantes.
Ao apostar nesse modelo, a STEMIS busca posicionar sua tecnologia como uma aliada na eficiência operacional das usinas solares, em um mercado onde enxergar o invisível pode ser a diferença entre performance plena e receita perdida.
Saiba mais sobre a STEMIS e ZenVision:
https://stemis.com.br/
https://zenvision.com.br/

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